Cala o ódio que vibra no teu telemóvel
Natal Vodafone 2025
Como empresa de telecomunicações, acreditamos que devemos ter o propósito de aproximar pessoas e queremos promover um uso consciente, empático e seguro da tecnologia, alertando para o acesso sem controlo a conteúdos que impulsionam a masculinidade tóxica e o ódio nas redes sociais. Conhece a campanha da Vodafone e descobre mais sobre esta temática.
Cidadania DigitALL
Comprometida com a causa, a Fundação Vodafone desenvolveu o projeto educativo “Cidadania DigitALL”, em parceria com a APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, reconhecida pelo seu trabalho na prevenção de comportamentos de risco e na promoção da segurança online.
No âmbito deste projeto, a Vodafone e a APAV realizam sessões em escolas em todo o País sobre cidadania digital, abordando temas como: a masculinidade positiva, misoginia e violência de género, cyberbullying, excesso de partilhas nas redes sociais e dependência de ecrãs.
Desde o seu lançamento, no final do ano passado, a iniciativa já impactou mais de 10 mil estudantes e envolveu 100 agrupamentos escolares, de 45 municípios.
Para além de consciencializarem diretamente os jovens, estes materiais podem ser utilizados por professores, pais e encarregados de educação como ferramentas de apoio na abordagem e sensibilização destes temas junto das gerações mais novas.
A ajuda existe
Se sentes que tens uma relação menos saudável com o mundo digital, procura ajuda.
A Fundação Vodafone em parceria com o Centro Anti-bullying da Universidade de Dublin, na Irlanda, e a APAV disponibilizam uma app para ajudar a combater o bullying e promover a segurança online entre crianças e jovens. A TOZI disponibiliza conteúdos para consciencializar e ajudar na capacitação dos jovens sobre bullying e cyberbullying, situações que ocorrem frequentemente fora da visão dos adultos e que a maior parte das vítimas esconde ou evita denunciar.
A APAV disponibiliza uma Linha de Apoio à Vítima - 116006 - a qual oferece suporte a vítimas de crime. Entre os quais se podem enquadrar a necessidade de apoio confidencial a jovens que enfrentam desafios online, nomeadamente temas de utilização excessiva dos meios digitais, cyberbullying, questões de privacidade, entre outras.